Onde Tudo é Nada... E o Nada é Tudo
Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Qual a diferença?

Vejam bem qual é a diferença entre um coveiro e um assessor …………………

 

Dá que pensar!

 

Assessor Vs. coveiro

 

 

EXEMPLO 1

Ora atentem lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro:

 

No aviso nº----     (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J.

Para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à roda de 3500 euros).

Na alínea 7:... "Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na "...
Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."

 

EXEMPLO 2

 

Já no aviso simples da pág.26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para
COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 EUR mensais.

Método de selecção:

Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos.

A prova consiste no seguinte:

1. - Direitos e Deveres daFunção Pública e Deontologia Profissional;

2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;

3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.

4. - Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações,
ossários, jazigos, columbários ou cendrários.

5. - Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.

6. - Os cemitérios fornecem documentação para estudo.

Para rematar, se o candidato tiver:

- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;

- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;

- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.

7. - No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.

 

ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 ? MENSAIS!

 

Enquanto o outro, com 3.500? só precisa de uma cunha...!!!

 

Vale a pena dizer mais alguma coisa...?!

 

Urge que se mostre indignação.
Basta de cinismo e de hipocrisia!

 

Moralidade... precisa-se com urgência!

 

Por estas e por outras, é que em
Portugal existem Coveiros Cultos e Assessores de M….!

 

 Isto é mesmo uma casadegentedoida.


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publicado por casadegentedoida às 10:34
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
Jantar de Despedida

No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia, o padre discursa:
- A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé.
 
Atrasado, chegou então o Presidente da Câmara para prestar uma homenagem ao Padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:
 
- Nunca vou esquecer o dia em que o Padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.
 
Seguiu-se um silêncio assustador.
 
 
MORAL DA HISTÓRIA:  Nunca se atrase.


Mas quando se atrasar, fique de boca fechada!

 


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publicado por casadegentedoida às 20:50
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Sábado, 31 de Dezembro de 2011
BOAS FESTAS...

FELIZ ANO NOVO

2012

São os Votos do casadegentedoida.

 


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publicado por casadegentedoida às 18:08
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011
O BORDEL DE LISBOA...

Esta já havia recebido há algum tempo, ficou esquecida no meio de tantas outras guardadas.

 

Anedota premiada pelo Círculo Bocage de Lisboa, na categoria «Desclasse Política», como a melhor da 1.ª legislatura!

“O BORDEL DE LISBOA”

Um jornalista do Correio da Manhã descobre que existe um bordel em Lisboa ao qual têm ido todos os políticos e decide investigar.

Fala com a Patroa-Meretriz e pergunta:

- Mário Soares vinha aqui?

- Sim, claro! Dava gosto, um cavalheiro.
As melhores meninas, o melhor champanhe, as melhores gorjetas.
Cada vez que vinha, era uma festa.

- Santana Lopes também vem?

- Sim! Mas não é a mesma coisa.
Sempre pede desconto, quer logo as mais escandalosas meninas, nunca pede champanhe, nunca está de acordo com a conta, queixa-se sempre e ainda por cima nos ameaça com o SEF.

- Não me diga que Paulo Portas, também vem?

- Sim, mas esse...não procura meninas, mas sim... meninos.

- E o José Sócrates?...

- Também vem, mas esse fica só um pouquinho... Entra discretamente, dá um beijo à mãe e sai!

 

 (autor desconhecido, recebido por email)

   

 


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publicado por casadegentedoida às 22:43
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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011
MAIS UMA PARA REFECTIR...

“Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros quentes.

Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia
bons cachorros quentes.

Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela
estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as
melhores salsichas.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande
quantidade de fregueses, e o negócio prosperava… Os seus cachorros
quentes eram os melhores em toda a região!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e
foi estudar economia numa das melhores faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai
continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: -

Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais?

Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo
ruim. O mundo vai ter grandes problemas.

Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou: Bem, se meu
filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão acha isto, então só
pode estar com a razão.

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e,
claro, pior) e começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também,
as piores). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na
estrada.

Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo,
caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorros quentes
do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia
na melhor escola, faliu.

O pai, triste, então falou para o filho: – ‘Você estava certo, meu filho,
nós estamos no meio de uma grande crise. ‘

E comentou com os amigos, orgulhoso: ‘Bendita a hora em que eu fiz meu
filho estudar economia, ele me avisou da crise… ‘

Cada um tire as suas próprias conclusões.




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publicado por casadegentedoida às 22:37
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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011
Boas Festas e Um Bom Ano Novo de 2012.

Olá a Todos, quero desejar a continuação de

Boas Festas e Um Bom Ano Novo de 2012.

Sei que por vezes é dificil manter o espirito aberto mas temos de fazer um esforço.

Neste nosso Mundo existem milhares e milhares de pessoas que passam o Natal sozinhas, abandonadas a sua sorte.

Que as nossas orações neste momento seja para elas o seu conforto.

Que os nossos pensamentos se transformem em braços e acarinhem essas pessoas.

Que um dia possamos estar todos juntos num lugar maravilhoso cheio de luz, paz, serenidade, onde o viver seja sem temor e para toda a eternidade.

Sem angustias, nem lamentações, sem discórdias.

Que reine a Paz, a Alegria, o Amor.

 

BOAS FESTAS A TODOS.



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publicado por casadegentedoida às 23:19
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
Dialogo com um "Jovem a Rasca"

- Então, foste à manifestação da geração à rasca?
 - Sim, claro.
 - Quais foram os teus motivos?
 - Acabei o curso e não arranjo emprego.
 - E tens respondido a anúncios?
 - Na realidade, não. Até porque de verão dá jeito: um gajo vai à praia, às esplanadas, as miúdas são giras e usam pouca roupa.

Mas de inverno é uma chatice. Vê lá que ainda me sobra dinheiro da mesada que os meus pais me dão. Estou aborrecido.
 - Bom, mas então por que não respondes a anúncios de emprego?
 - Err...
 - Certo. Mudando a agulha: felizmente não houve incidentes.
 - É verdade, mas houve chatices.
 - Então?
 - Quando cheguei ao viaduto Duarte Pacheco já havia fila.
 - Seguramente gente que ia para as Amoreiras.
 - Nada disso. Jovens à rasca como eu. E gente menos jovem. Mas todos à rasca.
 - Hum... E estacionaste onde? No parque Eduardo VII?
 - Tás doido?! Um Audi TT cabrio dá muito nas vistas e aquela zona é manhosa. Não, tentei arranjar lugar no parque do Marquês. Mas estava cheio.
 - Cheio de...?
 - De carros de jovens à rasca como eu, claro. Que pergunta!
 - E...?
 - Estacionei no parque do El Corte Inglés. Pensei que se me despachasse cedo podia ir comprar umas coisinhas à loja gourmet.
 - E apanhaste o metro.
 - Nada disso. Estava em cima da hora e eu gosto de ser pontual.
Apanhei um táxi. Não sem alguma dificuldade, porque havia mais jovens à rasca atrasados.
 - Ok. E chegaste à manif.
 - Sim, e nem vais acreditar.
 - Diz.
 - Entrevistaram-me em directo para a televisão.
 - Muito bom. O que disseste?
 - Que era licenciado e estava no desemprego. Que estava farto de pagar para as reformas dos outros.
 - Mas, se nunca trabalhaste, também não descontaste para a segurança social.
 - Não? Pois... não sei.
 - Deixa-me adivinhar: és licenciado em "Estudos Marcianos".
 - F***-se! És bruxo, tu?
 - Palpite. E então, gritaste muito?
 - Nada. Estive o tempo todo ao telemóvel com um amigo que estava na manif do Porto.

E enquanto isso ia enviado mensagens para o Facebook e o Twitter pelo iPhone e o Blackberry.
 - Mas isso não são aparelhinhos caros para quem está à rasca?
 - São as armas da luta. A idade da pedra já lá vai.
 - Bem visto.
 - Quiriquiri-quiriquiri-qui! Quiriquiri-quiriquiri-qui!
 - Calma, rapaz. Portanto despachaste-te cedo e ainda foste à loja gourmet.
 - Uma merda! A luta é alegria, de forma que continuámos a lutar Chiado acima, direitos ao Bairro Alto.

Felizmente uma amiga, que é muito previdente, tinha reservado mesa.
 - Agora os tascos do Bairro aceitam reservas?
 - Chamas tasco ao Pap'Açorda?
 - Errr... E comeram bem?
 - Sim, sim. A luta é cansativa, requer energia. Mas o pior foi o vinho. Aquele cabernet sauvignon escorregava...
 - Não me digas que foste conduzir nesse estado.
 - Não. Ainda era cedo. Nunca ouviste dizer que a luta continua? E continuou em direcção ao Lux

Fomos de táxi. Quatro em cada um, porque é preciso poupar guito para o verão. Ah... a praia, as esplanadas, as miúdas giras e com pouca roupa...
 - Já não vou ao Lux há algum tempo, mas com a crise deve estar meio morto, não?
 - Qual quê! Estava à pinha. Muita malta à rasca.
 - E daí foste para casa.
 - Não. Apanhei um táxi para um hotel. Quatro estrelas, que a vida não está para luxos.
 - Bom, és um jovem consciente. Como tinhas bebido e...
 - Hã?! Tu passas-te! A verdade é que conheci uma camarada de luta e... bem... sabes como é.
 - Resolveram fazer um plenário?
 - Quê? Às vezes não te percebo.
 - Costuma acontecer. E ficaram de ver-se?
 - Ha! Ha! Ha! De ver-se, diz ele. Não estás a ver a cena. De manhã chegámos à conclusão que ela era bloquista

e eu voto no Portas. Saiu porta fora. Acho que foi tomar o pequeno-almoço à Versailles.
 - Tu tomaste o teu no hotel.
 - Sim, mas mandei vir o room service, porque ainda estava meio ressacado.
 - Depois pagaste e...
 - A crédito, atenção. Com o cartão gold do Barclays.
 - ... rumaste a casa.
 - Sim, àquela hora a A5 não tinha trânsito. Já não havia malta à rasca a entupir o tráfego.
 - Moras onde? Paço d'Arcos? Parede?
 - Que horror! Não, não. Moro na Quinta da Marinha, numa casita modesta que os meus pais se vêem à rasca para pagar. Para a próxima levo-os comigo.

Gonçalo


 

 


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publicado por casadegentedoida às 22:15
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Domingo, 18 de Dezembro de 2011
Para Pensar...

“Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros quentes.

Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia
bons cachorros quentes.

Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela
estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as
melhores salsichas.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande
quantidade de fregueses, e o negócio prosperava… Os seus cachorros
quentes eram os melhores em toda a região!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e
foi estudar economia numa das melhores faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai
continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: -

Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais?

Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo
ruim. O mundo vai ter grandes problemas.

Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou: Bem, se meu
filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão acha isto, então só
pode estar com a razão.

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e,
claro, pior) e começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também,
as piores). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na
estrada.

Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo,
caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorros quentes
do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia
na melhor escola, faliu.

O pai, triste, então falou para o filho: – ‘Você estava certo, meu filho,
nós estamos no meio de uma grande crise. ‘

E comentou com os amigos, orgulhoso: ‘Bendita a hora em que eu fiz meu
filho estudar economia, ele me avisou da crise… ‘

Cada um tire as suas próprias conclusões.




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publicado por casadegentedoida às 19:18
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
NÃO RIA SE FOR CAPAZ...

Imagine a cena...
O pirralho estava a brincar no apartamento com um balão de festa de
anos. Chutava para cá, chutava para lá, até que o balão acabou
entrando na casa de banho e foi cair justamente dentro da retrete.
 Ele chegou, espreitou lá para dentro, viu o balão molhado, ficou com nojo
e deixou-o ali mesmo.
Pouco tempo depois o seu pai entrou apressado para se 'desocupar' e sentou-se
sem notar o balão. O almoço tinha sido muito pesado, e após ficar bem
aliviado, olhou como era hábito, para dentro da retrete e ficou horrorizado com
o espectáculo.
As suas fezes, muito moles, tinham coberto o balão e a impressão que se tinha
era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar
naquilo, começou a ficar muito branco, e dali mesmo ligou pelo telemóvel,
para um seu amigo que era médico:
- Cardoso, acho que devo estar com algum problema sério ! Enchi a retrete
de trampa. Nunca vi tanta assim na minha vida!... está á quase a extravazar!
- Oh Anselmo, com certeza que estás a exagerar!
- Qual exagero, qual quê !!! Estou na casa de banho a olhar para
este 'merdel' todo, agora! Isto é um absurdo! Estou muito doente!!!
- Bom, eu já estava de saída do consultório. Aproveito e passo aí que é a
caminho de minha casa!
O médico chega e vai directo ao amigo, que estava à espera à porta da casa
de banho.
- Olá, Anselmo, ora vamos lá ver isso que vo............ CÉUS!!! O que é isto???
 Que é que tu comeste, criatura???
- Eu não disse?! Agora acreditas?!
- Isto é incrível !
Então, será que tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é levar uma amostra disto e mandar para análise!
O médico saca de uma pequena espátula e um frasco esterilizado da sua
maleta e quando espeta o 'bolo' para retirar uma amostra do material...........

BUMMM!!!!!!!!!!! O balão estoura e voa merda para todo o lado !

Seguem-se instantes de absoluto silêncio.
Os dois amigos, completamente cagados, olham-se.
 Estupefacto, o médico berra:
- Puta que pariu isto !!!! Achava eu, em 30 anos de medicina que já
tinha visto de tudo, mas um peido com casca, NUNCA !!!


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publicado por casadegentedoida às 20:40
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
A Bicicletinha
Para apreciadores. E ainda há quem não goste. Isto é mesmo uma casadegentedoida.


publicado por casadegentedoida às 23:52
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