Onde Tudo é Nada... E o Nada é Tudo

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018
Amigos e amigos.

Olá à Todos! Um Feliz Ano de 2018!

Só agora? Então, antes Tarde do Nunca. Pois é, será desta? Vamos ver no que dá. Ok?

Outro dia, a "passear" pelo Facebook li um artigo de alguém que falava dos "seus amigos", amigos sobre os quais elogiou e outros nem estava aí. Engraçado o texto, pequeno, mas engraçado. Enaltecer os amigos, diferenciar os amigos, excluir amigos.

Claro que todos nós temos ou tivemos amigos, mas o que me chamou mais a atenção foi a maneira de valorizar a amizade, os amigos. Vou explicar de outra maneira.

Para mim há Amigos e amigos. Quando usamos o termo "Amigo" devemos nos referir aquelas pessoas que realmente significam algo para nós, signifcam ou tiveram um grande significado na nossa vida, na nossa existência. Quando usamos o termo "amigo" podemos estar a referir uma pessoa qualquer, do nosso trabalho, do nosso relacionamento social, qualquer pessoa do Facebook, enfim qualquer um.

Compreendo que algumas pessoas não se importam como se escreve, como se define, simplesmente é um termo, uma palavra escrita, a verdadeira amizade vem do crescimento junto, da convivência, do companheirismo, de toda uma vida passada. 

"Amigo é o nome que se dá a um indivíduo que mantém um relacionamento de afeto, consideração e respeito por outra pessoa. O Amigo é aquele que possui uma grande afeição por uma ou mais pessoas, que é leal, que protege e faz o possível para ajudar sempre." (https://www.significados.com.br/amigo/).

Para mim funciona assim, dessa maneira. Amigos tenho poucos mas amigos tenho muitos, talvez até demais. Mas cada um é como é, cada define-se como quer e sabe, quem sou eu para julgar seja quem for. 

Hoje, nos tempos que correm, é importante sabermos quem são os nosso Amigos.



publicado por casadegentedoida às 22:49
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
Contra-Fluxo

Caro Amigo Zorze , desculpa utilizar este titulo mas foi um momento de inspiração.

Já é a segundo vez que escrevo este texto, a primeira estava lindo, inspirado, mas esta treta do I.E. teve de dar problemas e apagou tudo (filho d...........).

Como referes no Teu blog, o contra-fluxo é uma situação que afecta muita gente. Ainda me lembro da primeira vez que tive uma situação de contra-fluxo . Estava eu na Costa de Caparica, fomos a inauguração de um bar em frente a Orbitur , eu e um grupo passamos a noite toda a beber rum com coca-cola , já tás a ver. A saída ainda fomos a inauguração duma discoteca no mesmo prédio , ai foram os whisky , já tás a ver. Sei que fui para casa, não me lembro de metade do caminho, o meu Corsa de 90 lá sabia o caminho (deve ter sido o computador de bordo). Levei o vidro sempre aberto, apanhando aquele ar fresco, não fosse o contra-fluxo aparecer. Lá cheguei a casa, parei o carro e só tive de virar a cara para o lado. A porta que era branca ficou vermelha, por fora e por dentro. E o pivete? passei o fim de semana a tentar tirar o cheiro, andei uma semana com o vidro aberto. E uma vez que tive de chamar um GNR (meu Compadre) para me levar a casa. Diz ele assim: "segue as minhas luzes" e eu: "quais as da direita ou da esquerda'" e ele: "as do meio" e lá fui. Deixou-me e foi-se embora, fui prá casa e pela primerai vez senti como eram frias, ao toque, as pedras mármore das escadas, mas subi.

E assim foi correndo, fui me portando bem, até que cheguei a Amora onde formamos o "Quarteto Fantástico ". Éramos uma equipa do caraças (para não dizer do Caralho ), Joaninha, Marzuga , era sempre a atestar. De vez em quando surgiam umas assistentes, Vandeca , Lenita , Milan .., Asa Delta, o Vigário e outros que apareciam esporadicamente.

Tinhamos os nossos locais de poiso, ubatuba , churrasqueira, hk , verde-amarelo e outros.

Foram momentos de grande confraternização (copos), de fluxo e refluxo, os nossos automóveis já conheciam o caminho de casa, e os buracos das estradas também .

Grande momentos, já faz muito tempo que não tempo nenhuma experiência de contra-fluxo ,

desde que o "Quarteto Fantástico " foi desfeito tenho me portado razoavelmente bem, nunca em publico, só em privado. Temos de novamente nos juntarmos e realizar uma daquelas maratonas que já experimentamos (só mais uma hora, só mais uma hora, só mais uma hora e quase que tiveram de nos por fora, fomos quase dos últimos ). Apesar de já ter idade para ter juízo ainda sou capaz de ir numa dessas aventuras. Temos de ver isso.

Abraços a Todos e fiquem bem.

 

PS. Para algumas pessoas este texto pode não dizer nada, mas para outras tem um grande significado, tem uma história. A Amizade.


sinto-me:

publicado por casadegentedoida às 00:23
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