Onde Tudo é Nada... E o Nada é Tudo

Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013
Tudo à Molhada!

Andam Todos as turras. O Governo é um DesGoverno só, mesmo dentro do próprio partido já nem eles se entendem, as guerrinhas internas já começaram a fazer mossa, autarcas já se afastam para não ficarem marcados e perderem votos na próximas eleições.

O Caos é Total.

Quem está de fora não percebe nem sabe o que vai lá dentro, ministros que não se falam entre si, secretários de estado que pensam que são estrelas de televisão, a carneirada dos deputados que seguem (contrariados, alguns, aqueles mais honestos e que ainda tem consciência e que são capazes de pensare por si sós)  as orientações do partido.

A Oposição bem que tenta fazer com o que o Governo caía mas estão em desvantagem numérica, os lobbys que controlam o Governo são fortes e dão luta. Cada dia que passa surge mais uma artimanha para "sugar" o pouco que ainda resta aos portugueses, novas medidas sempre mais e mais restritivas, e quem paga? O Povo. O Povo é que paga, o Povo é que tem de sofrer com a incompetência de quem lá esteve e de quem lá está e vai continuar.

Ainda são muitos os que defendem este Governo, ainda são muitos os que ainda não se arrependeram do voto que fez com que este "grupo" fosse eleito.

2013 vai continuar a ser uma ano de restrições sem um vislumbre de recuperação à vista.

A não ser que seja ou esteja ligado aos governantes de País.

As centrais sindicais protestam, as associações sócio-profissionais protestam, os sindicatos protestam, todo o Povo protesta, mas continuam a fazer ouvidos de mercadores.

Até quando? Até quando vai aguentar a "paciência" deste Povo?



publicado por casadegentedoida às 22:51
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Sábado, 4 de Outubro de 2008
Crise: só Financeira?

 

O CONSULTÓRIO
“O meu marido tem de acabar com as suas birrinhas”
O meu marido acabou de perder o emprego em Wall Street. Quando Trabalhava era verdadeiramente impossível, pois vivia frenética e apaixonadamente a adrenalina das negociações. Agora arrasta-se pela casa e não mexe uma palha. Anda sempre rabugento e infeliz, morre de pena de si próprio e passa o tempo a criticar tudo o que eu ou os miúdos fazem. Devo fingir e mostrar-me solidária? Ou devo dizer-lhe para acabar com as birrinhas e para se dar por muito feliz por não estarmos sob pressão Financeira? Não vou pedir o divórcio por causa dos miúdos, mas gostava de saber se os “Mestres do Universo” alguma vez vão recuperar.” Dona de casa, 42 anos
A RESPOSTA
O seu problema desencadeou todo um conjunto de reacções e sentimentos – biliosos – no site do Financial Times, pelo que lhe recomendo vivamente que não as leia. Dou-lhe apenas uma ideia. Na opinião dos leitores, a senhora é uma verdadeira cabra sem coração e precisa de tratamento médico. O seu marido esfolou-se para lhe dar roupas de marca e agora precisa do seu apoio; como se recusa a dar-lho, na melhor das hipótese é uma reles sociopata. Possivelmente, até eu sou sociopata, mas não vejo as coisas nessa perspectiva. Trabalhar em Wall Street pode devorar a vida e a alma de um homem (partindo do principio que a tinha), e atira-lo para um vazio tremendo quando esse mesmo emprego se evapora. Pergunta se deve fingir e mostrar-se solidária. Nada disso. Os ‘ex-Mestres do Universo’ não gostam de compaixão nem piedade, especialmente quando soa a falso. Mas tambem seria um erro dizer-lhe para acabar com as ‘birrinhas’, pois seria desnecessariamente desagradavel. Pelo contrário, recomendo paciencia e tolerancia. O seu universo desmoronou de um dia para o outro e, embora não possa fazer nada por ele, profissionalmente falando, pode continuar a ser como sempre foi. Não faça concessões. Não se mostre condescendente. Quando for injusto com os miúdos, seja frontal e diga-lho. E explique-lhes que o pai não faz isso por mal. Quanto à sua ultima pergunta, se os Mestres do Universo tambem recuperam, isso depende da sua fogosidade. Até pode achar que o desemprego “amansou” o seu marido e que o transformou numa pessoa mais do seu agrado. Mas o mais provavel é que arranje outro emprego igualmente frenético, em que esrtará constantemente sob pressão. Quando isso acontecer, vai olhar para ele e reencontrar o seu ‘velho conhecido’. (fonte: Diário Economico, 26/09/2008).

 

 

A crise pode ser financeira mas tambem existem outras crises como consequencia. Por vezes estas são mais traumatizantes e com efeitos colaterais a longo prazo.

Fiquem bem. Até Já.


sinto-me:

publicado por casadegentedoida às 12:19
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